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30 de agosto de 2008

Gabriele

Gabriele Feijó
És mesmo uma Cinderela
Essa tal de Gabriela;
A nudez do teu sorriso desaponta
Todo lábio imaginário, toda boca.

Faz do possível ao impossível tua beleza
Escraviza todos os olhos invejosos, realeza;
És mesmo uma verdade incrédula
Essa tal de Gabriela.

De fato os teus olhos
Contamina outras meninas
De um azul quase morto
Ou um verde que fascina;
Serás mesmo assim tão bela
Essa tal de Gabriela.

Meus olhos não descansam na sentinela
Por causa de ti Gabriela;
Tua face confunde a beleza dos Deuses
O mar envergonha-se ao confrontar teu olhar
O céu se esconde dentro do teu habitar.

Ao notar uma fraude estúpida do poeta
É certo de que toda beleza não irá se perder
Na teimosia da subordinada esferográfica
Logo pôde sentir na pele
Teu nome tão lindo
Só podia mesmo ser Gabriele.

Pelo autor Marcelo Henrique Zacarelli
Arujá, Abril de 2008 no dia 30.